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Credibilidade na web

Andando por livrarias na capital mineira, fui supreendido pelo lançamento de um importante título para estudiosos/interessados em web, o livro Design Web Navigation, ou na versão nacional, Design de Navegação Web.

Lançada pela O’Relly, a publicação apresenta mais de 400 páginas dedicadas a um elemento específico, a navegação.

Em uma das páginas iniciais – e introdutórias – decidi conferir (a partir de uma nota de rodapé), um assunto de grande relevância: a credibilidade de um website.  

Imediatamente fui ao endereço referido no conteúdo, um site da universidade de Stanford dedicado apenas a pesquisas sobre o assunto. A Instituição, notável por seu papel central no Vale do Silício, e de onde sairam projetos como Yahoo, Amazon, Google etc, matém mais do que se pode supor sobre pesquisas relacionadas à Credibilidade.

Em uma das seções,  há uma lista sobre “Guias” de elementos que podem tornar o seu site aparentemente mais confiável. Traduzindo e simplificando rapidamente, são elas:

  • Facilitar a verificação da precisão do conteúdo do site: trocando em miúdos, qual a fonte destas informações? por quem elas são escritas? etc…
  • Mostrar que há uma Organização real por trás do site: isso dá aos usuários confiança, e acima de tudo, uma referência de marca, contato e relacionamento.
  • Destacar a expertise da sua empresa e que tipo de serviços ela desempenha: O usuário deve saber brevemente qual o ramo de atividades de uma empresa, e quais os serviços ela oferece.
  • Mostrar que pessoas honestas e confiáveis estão por detrás do site: Identificar o responsável/agência desenvolvedora do projeto.
  • Tornar fácil o contato com a empresa: Por motivos óbvios.
  • O design do site deve ser profissional (ou apropriado para o seu propósito): Cores, formas, navegação e organização do conteúdo refletem a Visão da empresa para sua audiência. Imagine hotsites da Nike sem elementos criativos, ou de uma fundação do cancêr cheio de pegadinhas sem graça.
  • Torne seu site fácil de usar, e usual: A famosa usabilidade.
  • Atualize o conteúdo de seu site constantemente: Isto mostra a preocupação e o valor que a empresa dá à presença on-line.
  • Use com moderação conteúdo promocional: …e eu acrescentaria de forma inteligente.
  • Evite erros de quaisquer natureza, não importando o tamanho que são: vale o dito “quem discuida das pequenas coisas, cairá pouco a pouco”.

  Enfim, em posts futuros, desenvolverei alguns pontos específicos…

MELHORES PRÁTICAS PARA DESIGN DE FORMULÁRIO

Bom, vamos para mais uma matéria do final de semana. Algumas pessoas me perguntaram o que faço no final de semana (no caso, estava rolando um papo sobre ser nerd depois de rever a apresentação do Marco Gomes – Boo-box – onde ele se apresentava como NERD) e eu disse, além de tudo (sair, beber com amigos, navegar na net, ver TV, cinema, shopping…) eu estudo. Me chamaram de nerd e louco. Acho que não, ou sou, sei lá.

O estudo deste final de semana foi motivado por um problema (comecei na sexta durante o expediente, mas não agüentei e estou aqui relendo o material).

O PROBLEMA

Na realidade por ter que dar solução para o problema de um cliente da agência: um espaço apertado que precisava conter um formulário grande. O layout do cliente era limitado ao tamanho de visualização previsto para uma resolução de 1024×768, tinha 3 colunas divididas em 25%, 50% e 25% respectivamente. O formulário tinha 50 campos e alguns eram descritivos (text area).

Procurando uma solução legal para este desafio, esbarrei em um material de Luke Wroblewski (Senior Director, Product Ideation & Design – Yahoo Inc.) com as melhores práticas para design de formulários, enviado pelo Bruno Augusto (esse sim é nerd demais). Leia Mais »

Padrões Web

Antes de tudo, sempre que iniciamos algo, aprendemos um padrão. O Padrão de quando somos pequenos e queremos andar é: um pé atrás do outro, e cada passo que damos, é um padrão para poder caminhar. Quando crescemos, usamos os padrões definidos da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), para desenvolver nossos trabalhos escolares e acadêmicos.

Para quase tudo, inicia-se um padrão, para pesquisas, raciocínios, investigações, e outras coisas. Existem Padrão para o desenvolvimento web também, que hoje é mais conhecido como Padrões W3C, alguns desses padrões são esses:

  • Cascading Style Sheets (CSS)
  • Common Gateway Interface (CGI)
  • Document Object Model (DOM)
  • Scalable Vector Graphics (SVG)
  • Simple Object Access Protocol (SOAP)
  • eXtensible Hypertext Markup Language (XHTML)
  • eXtensible Markup Language (XML)
  • eXtensible Stylesheet Language for Transformation (XSLT)

Esses são alguns, a W3C define outros padrões também que nem tanto divulgados, porém não menos importantes:

  • Extensible Markup Language (XML)
  • Graphics
  • HTML
  • Internationalization
  • Math
  • Mobile Web Initiative
  • Multimodal Interaction
  • Patent Policy
  • Privacy
  • Rich Web Client
  • Securit
  • Semantic Web
  • Style
  • Synchronized Multimedia
  • Ubiquitous Web Applications
  • Video in the Web
  • Voice Browser
  • WAI International Program Office
  • WAI Technical
  • Web Services
  • XForms
  • eGovernment

Hoje fala-se de sites semânticos, webstandards, tableless, mais coisas. Quando será que irão proclamar um padrão para a devida comunicação e enriquecimento de conteúdo? Cuidado, seu site pode ser bonito, seguir as regras, mas ser pobre em conteúdo.

Iniciaremos nossa jornada aos padrões inicialmente com DOM, e entenderemos muito sobre ele, e irá abrir sua mente refente a classes, Id’s e muito mais, que são bem abrangidos com JavaScript e CSS.

Sobre DOM (Document Object Model )

Define uma interface para a construção e tratamento de instâncias de documentos. O Padrão DOM foi projeto orientado a objetos, então para quem ainda não se familiarizou com esse método de desenvolvimento, seria legal já começar a ver ;)

O Document Object Model é uma plataforma de e linguagem neutra em termos de interface que irá te permitir / ou a programas / scripts / acessar ou atualizar o conteúdo, estrutura e estilo de documentos. O conteúdo ainda pode ser processado, e os resultados que forem relevantes voltam dessa compilação e pode ser usada na página representada ou usada.

Relatórios

Na W3C, o DOM possui alguns relatórios técnicos. Lá temos todos os níveis: 1, 2, 3 e projetos, incluindo os requisitos documento DOM.

A W3C define apenas regras para ECMAScript (JavaScript), é conhecida como referência NO-W3C DOM Bindings para outras linguagens além do Java e ECMAScript (JavaScript).

Níveis

Alguns grupos recomendados:

Índices para pesquisas:

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