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Gestalt e Semiótica aplicados à criação de interfaces

revista_webdesign_capa_71_maiorGestalt e Semiótica aplicados à criação de interfaces – esse é o tema da entrevista especial da edição de Novembro da Revista Webdesign, onde Ronaldo Gazel (@gazozzo), artista plástico e webdesigner, oferece dicas valiosas sobre os princípios subliminares da Gestalt e desperta o leitor para uma auto-avaliação sincera em relação ao seu posicionamento como gerador e transformador da linguagem imagética. Gazel também demonstra, através da análise de campo visual, exemplos práticos de interfaces, interpretadas à luz dos princípios da teoria da Gestalt.

“Foi feito todo um esforço para gerar um conteúdo realmente aplicável, buscando sair do lugar comum dos exemplos abstratos e partindo para uma conversa mais franca e mais objetiva sobre o tema.”, afirma Gazel. “Ainda que não tenha a pretensão de solucionar todos os questionamentos a respeito do tema, creio que a entrevista vai, certamente, agradar a todos os tipos de leitores que se interessam por comunicação visual”, completa.

Além da entrevista com Gazel, a edição 71 da Revista Webdesign – que já está nas bancas – traz uma série de matérias sobre o processo de diagramação de projetos web, cujo sumário pode ser visto aqui: http://www.revistawebdesign.com.br

Rumo a Marte com Discovery Channel

Para os fanáticos por ficção. O Discovery Channel preparou mais uma:

Rumo à Marte

Esta ambiciosa produção em alta definição conta a história de uma missão tripulada para Marte a ser lançada na próxima década. Esta série não apenas descreve essa aventura técnica extraordinária e os perigos que a acompanham, mas também mostra as histórias pessoais e políticas que são parte integral desta missão tão complexa.

Permalink: http://tvuol.uol.com.br/permalink/?view/id=rumo-a-marte-04023270CCB16326/user=yaq680z51683/date=2009-02-10&&list/type=user/codProfile=yaq680z51683/

Designer x Arquitetura de Informação

O título acima e a frase seguinte serve simplesmente para deixar irados meus amigos arquitetos de informação: “Nada contra a profissão que eles escolheram, mas, para mim, não passam de designers frustrados que adoram brincar de Power Point ou no Axure…” Brincadeira, vou acabar apanhando. Vamos falar de coisa séria.
Nunca entendi a verdadeira função do arquiteto de informação a não ser podar minha criatividade. Qual criativo gostaria de receber um “esqueleto” com formas desenhadas ou qual pintor gostaria de receber um gabarito em qual ele teria que somente pintar? Ninguém.Arquiteto
Confesso que não fui apresentado à arquitetura de informação de uma forma amigável, em um processo em que recebia o wireframe pronto e se ouvia: é isto e pronto, não pode mudar e se não sair assim está errado.
Depois de algum tempo desacreditado, aconteceram mudanças no ambiente em qual me encontro e de repente, vi alguma utilidade nesta ciência. (será que posso chamar de ciência?)
Quando que fui apresentado à arquitetura de informação tive uma visão errônea do que ela representava, mas, afinal, o que é isso? Comecei as minhas pesquisas… vou compartilhando aos poucos com vocês, ok?!

Arquitetura de Informação.

Acredito que não estamos mais em uma sociedade da informação ou na era da informação como o termo é mais utilizado. Acredito que estamos na era da inovação. Quem não se lembra dos primeiros sites com milhares de linhas de texto e âncoras que faziam que você, visitante a procura de conhecimento, precariamente navegasse pelo texto? Pois é, até hoje arquitetos de informação não conseguiram reduzir os textos (nem é a função deles) mas fazem você navegar pela mesma quantidade de conteúdo (e as vezes mais conteúdo do que anteriormente) sem que você note. Leia Mais »

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